sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Descontraindo em imagens e poesia


Perdemos o tempo?
Nos encontramos a tempo de salvar as consciências!
Em nome da vida reagindo,refletindo, discutindo, interagindo, comendo, dançando e bebendo.
Entendemos a mensagem?
No meio da loucura de encontrar a razão e de reeducar o ser ja calejado de velhos hábitos:
Uns desperdiçaram, outros deixaram cair e todos rimos, muitos pensando que ninguém viu!
E ainda assim valeu muito...
Agora o repensar, o olhar novamente e recomeçar,
agora sairemos mais fortes por tudo que vivemos nesses dias, num ir e vir, motoristas de mãos duplas.
Quando retornaremos?
Até mais uma vez!!!

Adriana Santos e Kátia Brito do Colégio Estadual Josefa Soares de Oliveira, Direc 11, Ribeira do Amparo-BA.

Quer acessar artigos e sites sobre a questão ambiental?


A professora Selma Mascarenhas do Colégio Polivalente de Conceição do Coité-BA pesquisou uma série de links de sites interessantes que abordam a questão ambiental. Acesse:

O que é o MMA?

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), criado em novembro de 1992, tem como missão promover a adoção de princípios e estratégias para o conhecimento, a proteção e a recuperação do meio ambiente, o uso sustentável dos recursos naturais, a valorização dos serviços ambientais e a inserção do desenvolvimento sustentável na formulação e na implementação de políticas públicas, de forma transversal e compartilhada, participativa e democrática, em todos os níveis e instâncias de governo e sociedade.

http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=88


Capitalismo: risco de ecocídio, biocídio e geocídio


Leonardo Boff

O capitalismo é um modo de produção social e uma cultura. Como modo de produção destruiu o sentido originário de economia que desde os clássicos gregos até o século XVIII significava a técnica e a arte de satisfazer as necessidades da oikos, Quer dizer, a economia tinha por objetivo atender satisfatoriamente as carências da casa, que tanto podia ser a moradia mesma, a cidade, o país quanto a casa comum, a Terra. Com sua implantação progressiva a partir do século XVII do sistema do capital – a expressão capitalismo não era usada por Marx, mas foi introduzida por Werner Sombart 1902 – muda-se a natureza da economia.

O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.

http://www.midiasnaeducacao.blogspot.com/2011/09/artigo-de-opiniao-farra-dos-sacos.html. Acesso em: 18/11/2011.


Usar água sim; desperdiçar nunca


O verão veio bravo. Ninguém agüenta o calor. É tempo de piscina, praia, refrescos, sorvetes e muito desperdício de água.

Esse mau hábito não é novo. Ao ler uma instrutiva reportagem publicada pelo "Estado" (6/2/2006), fiquei estarrecido ao saber que o consumo por pessoa em São Paulo é de 200 litros por dia, bem superior aos 120 litros recomendados pela ONU.

http://www.midiasnaeducacao.blogspot.com

TV Agave entrevista colaboradores do Projeto Ja

video

Conversando na mesa sobre ética no capitalismo

Após muita conversa no curso sobre ética, justiça e racismo ambiental, teve um pessoal aí que resolveu realizar um bate-papo descontraído sobre ética no capitalismo. É possível? Sim? Não? Veja aí o que os professores, técnicos e estudantes pensam.

Lucas: Há ética no capitalismo?

Márcio: E o que é ética mesmo, cara?

Lucas: Ética, acredito, envolve conceitos de moralidade, de bem comum e de princípios. Segundo Vasco Moretto, a ética se diferencia da moral, pois é subjetiva. Você é livre para escolher ser alguém ético ou não. Já a moral envolve obedecer às regras e as leis socialmente instituídas, e se você optar por ser amoral, vai sofrer os rigores da lei, vai ser punido.

Taciana: Capitalismo lembra lucro a qualquer custo, desmedido e voraz. Ética, neste sistema, é apenas uma palavra sem significado pratico nas relações comerciais e sociais... É algo subjetivo e relativo...

Vera: O que é bom ou mau passa também por esta questão de relatividade. Derrubar as árvores para construir pastagens é ruim. Derrubar árvores para construir estádio de futebol para a copa ou uma industria automobilística é bom. Depende do ponto de vista de quem defende. Por exemplo, a monocultura é péssima para o solo, quando é praticada pelos pequenos agricultores. Entretanto “não há problema” quando a plantação é de eucalipto ou cana de açúcar dos grandes produtores, que degradam totalmente o meio ambiente.

Adriano: As grandes empresas de mineração deixam rastro de desolação no solo, afetando também a água e o ar. Geralmente só vemos os empregos que elas oferecem. Não pensamos nas conseqüências, em longo prazo, nem seqüelas deixadas no ambiente e na saúde do trabalhador e da população.

Taciana: Notória a facilidade com que nos indignamos quando ocorre uma catástrofe no Japão, no Haiti, mas ficamos inertes diante dos córregos fétidos, das enchentes da fome e das drogas, típicos do nosso país.

Márcio: E tão devastadores quanto...

Lucas: É fácil entender: A mídia explora as tragédias, e expõe-nas, revira-as de ponta cabeça, esgota todas as formas de manipulação, mexe com todos os nosso sentidos e ainda as exibe com fundo musical para nos arrancar lagrimas e sentimentos triviais de alteridade que desaparecem assim que trocamos o canal.

Vera: Empatia é boa quando sentida a distancia! Claro! Você sofre, mas não precisa agir.

Adriano : Conclui-se então que não há nenhuma esperança para nosso planeta nesse sistema capitalista de consumo pelo prazer, prazer pelo consumo, endeusamento do corpo e do corpo e do poder financeiro?

Márcio: Existem iniciativas legais pessoas inquietas e determinadas, organizações sérias...

Adriano: E outras nem tanto...

Márcio: Que cobram e vão à luta em prol de uma mudança de posturas na compreensão da dinâmica ser humano - ambiente.

Lucas: Precisamos ressuscitar o conceito de razão, de altruísmo, de alteridade, de respeito...

Vera: De que o homem é razão e emoção, reflexão e ação, corpo e mente...

Adriano: Sexo e amor com camisinhas e beijos......

Participantes da mesa do GT AGAVE:

Adriano Andrade de Abreu, técnico da Direc 12 em Serrinha-ba , e-mail: drikoabreu@gmail.com

Lucas Pablo Ferreira S Perazzo, professor de Matemática, em Santaluz-Ba, pela Direc 12. e-mail: lukaspablo1@hotmail.com

Márcio Lima dos Santos, estudante do Colégio Estadual Polivalente de Conceição do Coité, Direc 12, e-mail: marcio_12lima@hotmail.com

Vera Lúcia Viana, professora de Língua Portuguesa, Direc 12 Serrinha-ba e-mail: veraviana2@hotmail.com

Professora convidada.

Taciana Campos e-mail: tai-campos@bol.com.br

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Agave e Sisal

Você já ouviu falar em Agave? Talvez não. Agora a palavra sisal em algum momento da sua vida você pode ter ouvido. Se não, ao menos os produtos de sisal você já usou. Pode ter sido artesanato, corda, tapete, remédios, biofertilizantes, ração animal e até adubo. Muitas utilidades têm os fios do sisal que é produzido com afinco na região sisaleira baiana.

Representantes de quase todos municípios da região com cerca de 800 mil habitantes distribuídos em 25 municípios particioam dessa etapa do JA, que ocorre no hotel Vilamar, no bairro de Amaralina em Salvador.

Pois bem, após essas palavras sobre o sisal e a região baiana que deriva do seu nome, já imagina o que é Agave?

Fica então o registro: Agave é o nome científico dessa importante planta, o sisal. Muitos moradores dessa região a chama dessa maneira, afirmando que sisal são os fios retirados dela e não a planta em si. Há controvérisas.

O fato é que foi pela importância da Agave e/ou sisal para essa região baiana que o grupo de trabalho em Educomunicação resolveu denominar-se GT Agave.

Agora aguarde para acompanhar toda a produção de professores, gestores e estudantes do grupo.